
CARNAVAL
DO ILÊ AIYÊ
No ano de 2026, o Ilê Aiyê completa 52 anos de existência e 51 anos do primeiro desfile que um bloco afro realizou no carnaval da Bahia. Neste carnaval, iremos celebrar a força do povo negro brasileiro e pela primeira vez, iremos celebrar os povos indígenas. Povos originários do Brasil que também sofreram e sofrem as agruras do racismo brasileiro. Por isso, vamos contar e cantar a história do povo negro e do povo indígena que habitaram e habitam a cidade de Maricá, no Rio de Janeiro.



VEJA O
ILÊ PASSSAR
14.FEV
1º Dia - Sábado
Cerimônia de saída do Terreiro Kwe Ace Jitolú, na ladeira do Curuzu. Concentração às 20h.
PRIMEIRO DESFILE
Circuito Mãe Hilda em direção ao Plano Inclinado da Liberdade.
SEGUNDO DESFILE
A partir de 2h da madrugada de domingo (15), saindo do Corredor da Vitória e seguindo pelo Circuito Osmar.
16.FEV
2º Dia - Segunda-feira
CIRCUITO OSMAR
(Campo Grande)
Concentração às 18h no Corredor da Vitória
Saída prevista: 19h
17.FEV
3º Dia - Terça-feira
PIPOCA
CIRCUITO OSMAR
(Campo Grande)
Concentração às 18h no Corredor da Vitória
Saída prevista: 19h



MARICÁ,
MEMÓRIA VIVA AFRO-INDÍGENA
O primeiro bloco afro do Brasil promove o tema “Turbantes e Cocares: a história de resistência do povo afro e indígena de Maricá”, conectando Bahia e Rio de Janeiro a partir da memória, da ancestralidade e da luta de povos que sustentam, geração após geração, as bases da identidade brasileira.
Maricá é mais que território: é memória viva. Entre lagoas, serras e quilombos, povos indígenas e negros construíram caminhos de resistência, espiritualidade e organização. O Ilê Aiyê traz essa história para a avenida, transformando o Carnaval em celebração ancestral do Brasil afro-indígena.

O Carnaval é uma realização do Ilê Aiyê e do Ministério da Cultura, em parceria com a Caderno 2 Produções, patrocínio do Grupo Belov, como mantenedor do Plano Anual do Ilê Aiyê através da Lei Rouanet, do IFood, da Prefeitura de Salvador e de Maricá. Conta com o apoio do Governo do Estado da Bahia, por meio do Programa Ouro Negro, do ITS Brasil e Jornal A Tarde.


O ILÊ AIYÊ É
TRADIÇÃO

O cronograma começa no sábado (14), a partir das 20h, com a tradicional e concorrida cerimônia de saída do bloco no Circuito Mãe Hilda, um dos momentos mais emocionantes e simbólicos do Carnaval do Ilê. O ritual de fé abre caminhos e reúne cânticos de exaltação à ancestralidade e aos orixás, enquanto os sons dos atabaques e tambores ecoam na subida da ladeira do Curuzu. Integram o rito ancestral as bacias de milho, pipoca e pó de pemba, oferecidas para pedir boas energias e mais um Carnaval de sucesso a Oxalá e Obaluaê, além do tradicional espetáculo das pombas brancas, dedicadas a Oxalá.
Após a saída no terreiro Ilê Axé Jitolú, o trio do Ilê Aiyê segue em festa para o Plano Inclinado da Liberdade. De lá, os associados fazem uma pausa até se encontrarem novamente no Corredor da Vitória, onde as fantasias formam um mar de cores e tomam conta das ruas no primeiro desfile no circuito oficial, o Circuito Osmar, às 2h de domingo (15), em direção à Praça Castro Alves.


Foto: Joá Souza/GOVBA
Na segunda-feira (16), a concentração acontece às 18h, no Corredor da Vitória, com início do desfile às 19h no Circuito Osmar. Movido pelo som inconfundível da Band’Aiyê, o espetáculo ganha corpo em um cortejo que traduz o tema deste ano, com destaque para o trio que se transforma em um altar cênico para a rainha e as princesas recém-eleitas. Já na terça-feira (17), o bloco finaliza a maratona carnavalesca com sua tradicional pipoca, animando mais uma vez o Circuito Osmar a partir das 18h na concentração.





